sábado, 31 de dezembro de 2016

Aquífero Guarani

Água um bem de...

O desmantelamento do Brasil passou do limite
entregar para as multinacionais o bem mais precioso,
o que mantém nossa riqueza riqueza de uma nação:
a água nossa de cada dia.
A ganância de um grupo pela água
e de outro pelo dinheiro parece
brincadeira de mau gosto mas é assim
que tratam das nossas reservas naturais,
com concessões ou venda. assim vão nos fazendo
reféns da chibata do capitalismo.
O que está a venda foi nos dado pelo Pai da Vida e somente
Ele é quem deveria nos tirar o nosso Aquífero Guarani!
Vamos nos mexer ou deixar nossa futura geração padecer
por nos acovardar diante desta falta de respeito com nosso Brasil?

Amaury Nogueira
Escritor e Poeta




sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Cidade Luz


Curitiba cidade luz,
de Nossa Senhora da luz...
Que as rua conduz
para os parques e praças.
Ao chegar a noite vejo
o seu brilho ofuscar
que faz refletir e pedir
a Nossa Senhora
sua interseção pelos
seres que dormem sem esperança
nas encostas das marquises
em dias chuvosos e nas praças
em dias de luar.
Que Nossa Senhora
Ilumine os novos gestores
que lhes dê luz para solucionar
esse caos urbano que tirou
o brilho da luz nos corações
de nossa população curitibana.

Amaury Nogueira
Poeta Paranaense
Feliz Ano Novo!

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Pensamos Então

Ao ouvir o gemido da mata
parece que ouso o som da chibata
onde anda a princesa Isabel?
A mesma que assinou a Lei Áurea
pois, agora vou dizer a ela:
querem escravizar todos os trabalhadores
depois de fazerem festa com os impostos
do povo, corrigirem seus próprios salários
dizem que o dinheiro acabou e sobrou
uma pequena divida que deverá ser repartida
pelos trabalhadores.
Assim depois de vinte anos serão refeitos
os cálculos para ai sim extirpar  de uma só vez
o repouso merecido do um povo que constroi o Brasil
em todas as horas do dia...
Seja ele o Zelador, Engenheiro ou Consultor
Técnico de Enfermagem, informática ou Administrador
Maquinista, Eletrecista ou Encanador...
Afinal são todos trabalhador gerando as riquezas
desse Brasil serão escravizados pela caneta
de homens não preocupados com o bem estar
de nossa nação.
Eles podendo viajar sem gastar um tostão
o restante da população pode e devem pagar
suas regalias.
Basta vamos frei-ar sim o consumo começando por eles.
que tal o teto do INSS para eles também?

Amaury Nogueira
Poeta Paranaense

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

MADRUGADA

MADRUGADA 

Quanto custa uma hora de sonho
uma hora frente o televisor
e em um computador...
Será que dormir cedo é coisa do passado
ou nossa máquina já esta adaptada 
para sofrer avarias com álcool, tabaco
madrugadas adentro...
Essa máquina que chamamos de corpo
pode parar para reparos e ai o país
é quem tem prejuízo, são dias sem produção,
sem arrecadação, dias que nosso patrão 
para e reflete e nos manda embora.
A economia para de novo é um consumidor a menos
e mais um desempregado... 
sucessivamente os elos vão se formando 
e os milhões de desempregados estão ai...
Madrugada a dentro.

Amaury Nogueira
Poeta Paranaense

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Andarilho

A barriga doi
mas não estou doente
pensando bem estou sim
o diagnóstico é falta de emprego,
moradia, roupas quentes e um prato
de sopa hummm...
Ouvi falar em preconceito
mais onde vivo isso não existe
vejo como as batas brincam com os ratos
observo a ratazana indo e vindo pegar
do meu pão.
Quando consigo comer, os pombos vem para
dividir... Como as sobras de um restaurante.
Já estou acostumado a ser invisível perante
os seres andantes com seus ternos e gravatas
de saias e roupas da moda...
Não passo de um animal de rua e assim sobre vivo...
sendo apenas um entres milhares como eu.


Amaury Nogueira
Poeta Paranaense

terça-feira, 26 de julho de 2016

Agora eu decreto guerra

Agora eu decreto guerra!
Aos pacificadores pois a paz do sistema
provoca a miséria nas mesas dos trabalhadores
pois estes pacificadores dizem calma a crise vai passar...
Claro que em suas viagens sempre de primeira classe
a crise passa longe e só atinge os trabalhares ou já desempregados. Pois, nas viagens, levaram o capital que aqui acumulou para outras economias.
Conseguem desestabilizar a economia de pais com o excesso de produção pois garante sua rentabilidade dos seguros e produção acumulada.
Já o inimigo somos nós trabalhadores, que achamos que podemos melhorar de vida, trocando de carro, moto casa...
Quando menos esperamos perdemos o chão o emprego...
chega de acumular riquezas esta na hora de dividir para que todos possam ter um prato de comida  nas refeições.


Amauri Nogueira
Escritor e poeta

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Trinhamos para fim

Trinhamos para fim


Em janeiro muitos sonhos e duvidas
pairavam sobre nossas cabeças,
logo após o carnaval começamos
a produzir as riquezas para o nosso país...
economia fraca incertezas na política
aparecendo o escondido...
Tudo vindo a tona...
Hoje poucou mudou a fila do desemprego
continua a crescer, hospitais param de atender...
mendingos nas ruas começam morrer
de frio que assola o sul do meu Brasil.
Trilhamos a passos largos para o fim
de mais um ano, pois se a metade passou
e pouca coisa mudou o que esperar...
Agiremos então, pois no prato só um pouco
de feijão, arroz e macarrão.
Mais do meu povo é maior, acredita em mudanças
penas que nossas crianças ainda estão sem a creche
prometida, com a escolar rachada pelo tempo
com escoras para não cair...
O sonho continua vivo, pois temos que sonhar
acordados, pois em breve tudo isso será um mero passado.


Amaury Nogueira
Poeta Paranaense

domingo, 26 de junho de 2016

assim caminham



Caminhando, caminhando e caminhando
Com carinho de material reciclavel
lá vai o catador, mais não vai sozinho
tem um cachorro amigo, olhando bem
tem também uma criança enrolada em fino cobertor
vejo a moça ao lado magra de dar dó...
assim caminham...
caminham também as riquezar do meu Brasil
pois a coleta que  fez o catador tranformou mais uma
peça de um carro que um dia ira cicular sem ao menos
parar para esse catador passar.

Amaury Nogueira
Poeta Paranaense

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Um ex-cidadão


Aqui mora um vagabundo!
Um ex-cidadão que por anos afio
Trabalhou e contribuiu, fazendo sua parte.
Perdeu seu trabalho e ficou desiludido
Por bater dezenas e centenas de vezes
Á porta do empresário que hoje é milionário
E prefere o investimento do produzir alimento.
O ex-cidadão agora de pé no chão, sujo, nojento
Seu cobertor é a garrafa de água ardente
Para muitos é pura vagabundice e para outros
É doença...
Mais o que não para de cair  é mascara de uma
Falsa “Londres” Curitibana ao se deparar com
O problema.
Culpasse a crise o momento mais ninguém
Procura a cura para a decadência de nossa
Sociedade nessa linda cidade.

Amaury Nogueira

Poeta Paranaense

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Onde esta o dinheiro

Onde esta o dinheiro

Dizem os especialistas em finanças que de 2003 a 2012 o Brasil acumulou riquezas...
Pergunto bastou um ano ruim para ficarmos sem comida na mesa?
Sou leigo em economia, mas sou brasileiro tenho um pouquinho de noção da economia popular, simples assim; emprego gera consumo, consumo gera riquezas...
Mais sei que o mercado aquecido também gera bons salários e esse gera oportunidades, para estudar mais se qualificar...
Mais para quê?
Somos a oitava economia do mundo, não precisamos de engenheiros pois, eles terão conhecimento  e certamente vão usar para construir moradias a custos menores vai dar dignidade ao povo... aqueles que moram nas encostas dos morros,
favelas, nas ruas, debaixo de viadutos, marquises e praças das grandes cidades...
vai ter mais médicos e isso sim será um problema, pois terá mais pesquisas e conseqüentemente o povo terá mais saúde e viverão mais... Acarretando um rombo maior na previdência.
Mais cadê o retorno para a mesma previdência? Nos anos dourados onde o dinheiro não faltava e o governo sem nem um plebiscito, nem uma consulta, foi e construiu uma “Trans-Amazonica” uma estrada que na época seria a menina dos olhos e orgulho para o Brasil.
Foram trilhões gastos da poupança do trabalhador e hoje o trabalhador, nem tem o direito de aposentar com a dignidade, sem ter que esmolar, com filhos e parentes esse trabalhador que ajudou a construir cidades, escolas, hospitais... uma nação.
Mais uma e quantas vezes ainda será usurpados seus direitos?
O governo lhe tirou muito mais que o dinheiro.
Sempre a mesma coisa, os governos vem e vão tiram direitos, lazer, saúde e educação de uma nação e mais... empresários enriquece e desaparecem nos mares de sonegação vão para os paraísos fiscais deixando para traz, desemprego, arrocho salarial e depressão.
Não sei se chamo meu Brasil de uma nação?
Quando reagiremos então?
Quando não tivermos mais teto e nem pão?

Amaury Nogueira

Poeta e escritor Paranaense

terça-feira, 31 de maio de 2016

Mulher Amiga

MULHER MENINA

Mulher é hora de comemorar
mas, o quê?
É tanta discriminação, é tanta agressão
que tu sofre todos os dias...
Você que carrega a existência de um povo,
que faz uma nação, você que vive escondida
atrás de um véu, atrás de máquinas e tanques...

Mulher que doa seus mais belos anos
sua mocidade pelos seus...
A que realiza jornada tripla em casa, no trabalho
na formação dos filhos...

Mulher mãe, mulher irmã, mulher amiga.
Ah!... Se o tempo me permitisse,
eu escreveria uma vida
só para te agradecer, mulher.
Mulher que sempre parece ter
a energia de uma menina.

Amaury Nogueira
Poeta Paranaense

Falarei da Raça



Hoje falarei da Raça:
Mais não falarei de futebol...
Falarei da Raça
Mais não direi uma palavras
sobre cores pois não vejo
raça em melanina.
Agora falarei da Raça Humana
Superior, a dos cães...
Superior a dos felinos...
Mais inferior do que podemos ser...
Se somos deuses de nós mesmos
devemos olhar para o nosso semelhante
e fazermos jus de  nossa divindade...
Faremos justiça com nossos impostos...
Teremos saúde desde ao abrir a torneira
com água de qualidade, ao irmos ao mercado
e pagar pelos alimentos o que realmente eles valem
trabalhar e receber pela mais valia...
para poder ir e vim com auto estima.
quero me orgulhar muito ainda dessa raça
que povoou a terra e dizer somos todos humanos
livre de todos os preconceitos.

Maio de 2016.

Amaury Nogueira
Poeta Paranaense


Barrado e impedido de escrever


Como não escrevo só flores
e amores.
mas escrevo também de rumores e dores
fui barrado e proibido de escrever...
pois a iti dos punhos atacou novamente
a famosa tendinite impedindo-me de poetar para você!

Amaury Nogueira
Poeta Paranaense

sábado, 28 de maio de 2016

Estupro generalizado





Estupro generalizado

Não é carne, nem mesmo o corpo,
Mais é o bolso dos trabalhadores que está sendo violado
Todos os dias...
É a carga excessiva de trabalho,
É jornada que vai além...
muito além do que o corpo e mente podem suportar
Como acontece nos estupros em que as vítimas não se expõem
Por vergonha e pelo preconceito...
Os trabalhadores também deixam os seus corpos, serem violados
Adoecidos para manter o sustento de seu lar.
Na contra mão estão os algozes que continuam a violar os direitos
E as condições físicas e psíquicas dos seus empregados e vítimas,
Deste estupro vulnerável!

Amaury Nogueira
Poeta Paranaense

terça-feira, 24 de maio de 2016

Pena




Pena que seres vivos... querem ser "humanos" será porque tem boca e fala! será porque anda sobre duas pernas deixa-me pensar... deve ser porque em algum momento lá passado ouviu uma palavra, ser humano e gostou muito... por esse motivo a procura de ser um... ser humano começou, mais acredito ainda estar longe de sermos considerados um humano que possa ser racional por esse motivo continuo ser apenas uma pessoa melhor. Amaury Nogueira Poeta paranaense




segunda-feira, 23 de maio de 2016

Espaço Cultural Ferira do Poeta




Abrindo as portas para autores, cantores
Surgem os compositores com eles aparecem
Digitadores, gráficos e editores...
No berçário das letras, nascem às lendas, contos
Elevam as poesias.

Passaram trinta e cinco anos e ainda menino
Caminha para sacramentar a capital das Letras
O espaço Cultural Feira do Poeta logo ali...
Frente ao Bebedouro e da Casa Vermelha
Para ser preciso ao Lado da casa Romário Martins.

Aos Domingos das nove às quatorze horas, um lançamento
De um ou mais livros...
Uma roda de poesias, uma musica ou uma performance...
Para o público de turistas e moradores da capital do Paraná
Vem conhecer porque esse espaço é meu, é seu é nosso!

sábado, 21 de maio de 2016

corações petrificados

O calor dos cobertores
que aquecem o frio que faz
nesta madrugada,
não faz as pessoas  refletirem
nos que dormem em marquises...
Pois continuam com
os corações petrificados
igual ao gelo denso da geada.


Amaury Nogueira
 Poeta Paranaense



sexta-feira, 20 de maio de 2016

Lamento

Dia 19 de Maio Dezenas de Poetas, Contistas, Romantistas foram homenagiados na Capital das Letras Capital dos Artistas de Ruas que renova nossa literatura nossa Cultura. Essa Curitiba que ninguem vê! LAMENTO Lamento em dizer que o poeta chegou, não para ser aplaudido... Mais para ter seu papel cumprido. No palco da vida segue o poeta... Cantando seus versos suas prosas. Encantando jovens e senhoras E anunciando a revolução das letras. Um lamento para esse parlamento... Onde os homens que fazem as leis Estavam ausentes somente um enfrentou o frio E a garoa curitibana. Vi que seus olhos marejavam de imensa satisfação Naquele lugar aonde de dia tem discussão Nesta noite sobrou admiração. Amaury Nogueira. Poeta Paranaense

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Você

Você que vê? E não se dá por satisfeito... crianças famintas na capital do estado que já foi o maior produtor de alimento do Brasil. Você que vê os jovens morrendo por troca de uma pedra de crak na praça tirandes e seua aredores você que não se cala e fala chega de insegurança nunca estará sozinho pois sempre encontrará alguel para caminhar ao seu lado então fale bem alto não deixe que nos sufoquem com promesas não cumpridas. Amaury Nogueira Poeta Paranaense

No chão no canto

No muro letras poesia
uma arte que muitos apreciam...
No chão no canto a obra
de um ser que deixou de ser humano sem pudor.

O INJUSTIFICAVEL

Temos que rever ou melhor rasgar nossa constituição é isso mesmo que quis dizer o Engenheiro Civil que Ocupa o Cargo de Ministro da Saúde no País do faz de conta que Chamamos de Brasil. "Para garantir o que diz nossa Constituição precisamos tirar os artigos que obriga o governo a dar garantia de Saúde para seu povo, para nossa nação. Ricardo Barros Ministro da Saúde. Nos brasileiros já passamos por tudo a quem diga! Mas os acontecimentos dos últimos meses nos faz repensar essa máxima. Curitiba tornou-se "República" no estado onde o Governo Massacra Servidores Públicos imagine o que pode acontecer com o demais da população. A capital da maior operação de investigação dos maiores empreiteiros de nosso Brasil para nós paranaenses deveria ser motivo de orgulho se não houvesse por traz disso tudo uma formula de simplesmente destruir um governo e importar outro que agrade a massa política internacional. Agora que derrubaram o governo o podemos esperar como simples mortais... É nossas rua continuam infestadas de mendigos, desempregados de crianças sem escolas e famílias sem casas... Mas isso é só um detalhes tudo terá tal tempo espero que não seja a mesma que o Ministro da Saúde encontrou. Amaury Nogueira Escritor e Poeta Paranaense

terça-feira, 17 de maio de 2016

Seres invisíveis

Seres invisíveis

Uma serie televisiva dos anos oitentas
chamava o homem invisível.
Hoje a realidade nua e crua tira a visão de homens e mulheres,
tornando Todos insensíveis na Capital de sonho meu...
Praça Rui Barbosa nos traz o descaso causado do homem para o homem
Jovens e velhos, moços e moças no sereno, na chuva, no vento na chuva
Ao relento...
Para se eximir de qualquer responsabilidade nosso poder público oferece
Abrigo e banho nas noites mais frias e até as igrejas através de seus membros
Trás sopa quente e todos voltam ao aconchegante edredom...
Dormem tranqüilos, satisfeito e ainda postam nas redes sócias seus feitos...
Não quero aqui ser hipócrita em dizer ou até mesmo julgar
dizendo serem erradas tais atitudes,
errado é não cobrar o destino correto de nossos impostos
dos nossos legisladores, cobrar sim,
uma atitude que realmente trate de nossa gente.
Não como seres invisíveis.


Amaury Nogueira
Poeta e Escritor Paranaense

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Cadê o sorriso que estava aqui?




Cadê o sorriso que estava aqui?
Cadê aquele sonho meu?
Cadê a prosperidade da minha capital?
Será que sonho de natal!
Já que acordado vamoa passar por Curitiba...
Mas cuidado o burraco no calçadão da XV...
cuide também da bolsa, carteira do celular...
pois, estamos a passar por um grande fluxo
de pessos algumas não são de bem..
vem vamos subir a Praça Tiradentes
observa essa gente jovens fumando crak
em plena luz do dia a mais o modulo móvel
da policia milita esta aguardar a nossa Catedral
bem isso não tal mal.
Vamos seguir estamos apenas alguns metros
Teatro Universitário de Curitiba, o trafico
de drogas é cosntante é uma bucha um pedra...
vamos subir as escadarias do nosso Centro Histórico.,
está o Bebedouro onde os cavalos  bebiam água agora
quem as tomas são os moradores de ruas e os drogados.
Agora quero mostrar o nosso belo Passeio Público
onde temos pássaros e outros animais, mais...
As prostitutas também ali ganham suas vidas...
vem vamos a Praça Santos Andrades on esta cituada
nossa Primeira Universidade a Federal onde a noite é
mais um de nossos alberques ao vento descemos a Rua
João Negrão Onde esta nossa primeiraRodoviára hoje
é o Tememinal Metropolitano de Curitiba, no cair das
tardes a mendingança vem para se abrigar, mais também
desempregados nessa onda chegam para aumentar.
hoje vou mostrar para você, só mais uma bela praça
considero a principal da região central a Praça Rui Barbosa
tem em frente a Santa Casa o hospital que a muito tempo
deixou de ser filantrópico pasando ter  convênios e planos
particulares, aqui sim se instala o maior albergue a céu aberto
da minha Capital Curitiba.
Obrigado amigo por conhecer parte do centro de Curitiba
nessa pequena caminhada outro dia vamos a periferia.

Amaury Nogueira
Escritor e Poeta Paranaense




quarta-feira, 11 de maio de 2016



Chegando mais uma eleição
promessas novas e renovadas
serão apreciadas por nós
que vamos conduzir nossa
cidade nossa capital!
Será que realmente sabemos
o que queremos ou voltaremos
fazer o que sem fivemos
vamos a urnas votamos saimos
e esquecemos até em quem votamos
não estou aqui para pedir voto a candidato
A B ou C mais estou aqui pedindo um pouco
de sua atenção para oquande números de desempregados
e desocupados em nossa capital pois, somos si resposaveis
pelo crescimento da pobresa social e politica.
Sempre estamos nos esquivando do assunto pois,
dizemos nada vai mudar mesmo.
Enquanto agimos assim nada mudará
temos que reamente saber onde nossos importos
estão sendo aplicados se vamos uma cidade cada dia
mais pobre mais miserável.
Vem vamos a camara municipal cobrar dos vereadores
mais agilidade e cumprimento nas leis por eles feitas.
Estou farto desta Curitiba que ninguém vê.
Quero sim um cidade mais humana.

domingo, 8 de maio de 2016

CAOS SOCIAL


CAOS SOCIAL


É!
São tantas pichações que monumentos
históricos, prédios e marquises
estão a mercê de vandálos que destroi
a beleza que é para as meninas dos olhos
brilharem de encantos.
Nas esquinas da Marechal e Barão do Rio Branco
mais sujeira de evacuações humanas em nossa Capital...
é tanto descaso que minha narinas já desconhece...
A ruas das flores mais conhecida como calçadão
da XV é um grande albergue noturno onde abriga
mendigo e usuários de entorpesentes e álcool.
Falta projetos e execução para encaminha-los a uma recuperação.
Após anos de descasos estamos vivendo o caos social de uma
cidade que já foi chamada de modelo para o mundo.

Amaury Nogueira
Poeta paranaense

quarta-feira, 13 de abril de 2016

MULHER MENINA


Mulher é hora de comemorar
mas, o quê?
É tanta discriminação, é tanta agressão
que tu sofre todos os dias...
Você que carrega a existência de um povo,
que faz uma nação, você que vive escondida
atrás de um véu, atrás de máquinas e tanques...

Mulher que doa seus mais belos anos
sua mocidade pelos seus...
A que realiza jornada tripla em casa, no trabalho
na formação dos filhos...

Mulher mãe, mulher irmã, mulher amiga.
Ah!... Se o tempo me permitisse,
eu escreveria uma vida
só para te agradecer, mulher.
Mulher que sempre parece ter
a energia de uma menina.

Amaury Nogueira
Poeta Paranaense

terça-feira, 12 de abril de 2016

Curitiba quê niguém importa!


Pombos, Ratos, Baratas...
sempre fizeram parte de Curitiba,
nas madrugadas dos anos oitenta,
era comum na rua XV de novembro.
Nos dias atuais as antigos moradores
dividem seus espaços com os novos,
com pessoas que deveriam ser chamadas
de "seres humanos".
Com a crescente população de rua nas
grandes cidades "Curitiba" não escapou
e soma com as demais, não somente
no centro mas, na periferia esta cheia
deste seres que deveriam ser humanos...
mas a sorte não os foi favorável.
Vamos olhar para essa Curitiba hoje
ou no amanhã ninguém poderá conviver
nessa cidade que um dia foi a cidade
sorriso.

Amaury Nogueira
Escritor e Poeta Paranaense






A CURITIBA QUE NINGUEM QUERIA...!!!

Ao sair madrugada adentro
vejo minha Curitiba nua,
sem o cuidado sem a patrulha
não falo de segurança falo
de seres que um dia foram
chamados de humanos.
Hoje é um número nas
estatísticas.
Seja ela morte, assalto ou estupro
não se fala em população de rua
pois, ainda existe cabeça de primeiro mundo.
mais aqui esta a Curitiba que Ninguém vê.


Amaury Nogueira
Poeta Paranaense